Relatório(s)
UNICEF apresenta relatório ao qual foi atribuído o título : “Excluídas e Invisíveis”.
É referido que mais de 50 milhões de crianças são indocumentadas, ou seja, não é registada a sua nascença.
Desse modo, o seu direito a fazer parte de uma sociedade, é nulo e compromete a sua sobrevivência.
Infelizmente, sobem-se degraus em estatísticas deste tipo – as que demonstram desumanidades, e também é apresentado que centenas de milhões de crianças são vítimas de descriminações graves, exploração, escravização, prostituição, abusos físicos e sexuais.
Ainda é acrescentado que uma em cada treze crianças, perde pelo menos um dos pais, num número estimado de 143 milhões.
Acrescem milhares que participam em acções militares, e um número impressionante de 150 milhões com deficiência.
As insuficientes medidas para controlar a propagação do HIV, não impedem que a cada minuto morra uma criança com idade inferior a 15 anos.
Este relatório, começa em muitos milhões aos quais acrescenta outros tantos multiplicados em dobro ou triplo.
Aquilo que já se sabia veio a público.
Uma criança – bebé de mês e meio, está aqui em Coimbra.
O “relatório” que foi feito só para ela, não a referia excluída ou invisível. Documentava sinais de negligência mas não de maus tratos.
Um mês e meio… curta existência para se por em causa a sua vida ou a sua não-vida.
Uma criança – bebé de mês e meio, vítima de violência, de maus tratos físicos.
Não haverá relatório que descreva e muito menos que explique o que se passou.
Os responsáveis clínicos pelo seu tratamento, demonstram elevado empenho científico, mas sobretudo um valor humano assinalável, sobre o qual desejo que recaia uma grande inspiração e sabedoria.
É referido que mais de 50 milhões de crianças são indocumentadas, ou seja, não é registada a sua nascença.
Desse modo, o seu direito a fazer parte de uma sociedade, é nulo e compromete a sua sobrevivência.
Infelizmente, sobem-se degraus em estatísticas deste tipo – as que demonstram desumanidades, e também é apresentado que centenas de milhões de crianças são vítimas de descriminações graves, exploração, escravização, prostituição, abusos físicos e sexuais.
Ainda é acrescentado que uma em cada treze crianças, perde pelo menos um dos pais, num número estimado de 143 milhões.
Acrescem milhares que participam em acções militares, e um número impressionante de 150 milhões com deficiência.
As insuficientes medidas para controlar a propagação do HIV, não impedem que a cada minuto morra uma criança com idade inferior a 15 anos.
Este relatório, começa em muitos milhões aos quais acrescenta outros tantos multiplicados em dobro ou triplo.
Aquilo que já se sabia veio a público.
Uma criança – bebé de mês e meio, está aqui em Coimbra.
O “relatório” que foi feito só para ela, não a referia excluída ou invisível. Documentava sinais de negligência mas não de maus tratos.
Um mês e meio… curta existência para se por em causa a sua vida ou a sua não-vida.
Uma criança – bebé de mês e meio, vítima de violência, de maus tratos físicos.
Não haverá relatório que descreva e muito menos que explique o que se passou.
Os responsáveis clínicos pelo seu tratamento, demonstram elevado empenho científico, mas sobretudo um valor humano assinalável, sobre o qual desejo que recaia uma grande inspiração e sabedoria.


6 comments:
Um caso terrível a que a justiça portuguesa não vai ter mão suficientemente forte para punir.
Bjs.
conyinuo sem o teu mail o que me impede de te responder... Quanto ao teu post, não tem, não há comentários! apenas uma profunda revolta pois todos sabemos que bastava não gastar dinheiro em guerras para se resolverem todos esses problemas. Talvez o Pai Natal um dia resolva!!
...é esse o meu desejo.
Revolta esta impotência face ao "retrocesso" do Homem. Quanto mais se avança numas áreas, mais se regride noutras. E tudo, a meu ver, por um torpe e básico egoísmo globalizado.
Beijinho doce (ainda com uma pequena esperança que as coisas mudem).
Não tenho palavras para proferir a minha revolta interior por um "Mundo" que se está cada vez mais a divulgar cruel e terrível!
Que reserva o futuro com gente assim? Que se pode fazer de concreto? Como minimizar tamanha dor?
Como explicar a todas as crianças que vêem estas notícias que tipo de "pais" são estes?
Que futuro para este mundo?
Sem palavras. Como é possível?
Beijinhos
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