Novo ano, Novo tempo

Preparar um novo ano, pode à partida parecer uma tarefa ou algo sem consequência, isto se nos apercebermos que, apenas um segundo nos separa do que termina daquele que começa. Poderíamos até olhar para o facto como uma continuação de algo que já existe.
Mas, é precisamente a continuidade da vida, enquanto a possuímos, que nos permite estabelecer ciclos e etapas de renovação.
Fazer o balanço de um ano que termina, é simultaneamente um exercício de integração do passado com o presente, na preparação do futuro.
Não vale a pena viver a pensar no passado, mas certamente existe muita experiência e lições de vida que são úteis no aperfeiçoamento desse presente. Esse tempo não foi portanto inútil, pelo contrário, favoreceu o nosso amadurecimento preparando-nos para aquilo que há-de vir.
Se observarmos as estatísticas dos especialistas em comportamento, verificamos que passamos cerca de 20% do nosso tempo a reviver o passado e outros 20% a antecipar o futuro, resultando que sobram 60% de tempo útil para nos concentrarmos no presente.
“Remeter-nos ao passado permite-nos reposicionarmo-nos no presente, antecipar o futuro, tomar consciência do que fomos e daquilo em que nos tornámos” refere Catherine Aimeler Périssol, psicoterapeuta francesa.
Enquanto mais jovens, ainda podemos pensar que temos muito tempo, que qualquer altura será oportuna para fazer correcções ou mudar o sentido das coisas, mas com o passar dos anos verificamos que existem limites de tempo para corrigir ou resolver aquilo que eventualmente pode impedir o nosso bem-estar. Com naturalidade passaremos a olhar para o tempo como um aliado, que nos ajuda a aprender tanto com os erros como com os sucessos.
Entramos mais conscientemente no processo de transformação, em que o tempo nos transporta pelo processo de envelhecimento do nosso corpo físico, mas sobretudo na valorização da nossa maneira de sentir e de pensar, em direcção a outras realidades, renovando esperanças, desejos ou certezas.
Mas, é precisamente a continuidade da vida, enquanto a possuímos, que nos permite estabelecer ciclos e etapas de renovação.
Fazer o balanço de um ano que termina, é simultaneamente um exercício de integração do passado com o presente, na preparação do futuro.
Não vale a pena viver a pensar no passado, mas certamente existe muita experiência e lições de vida que são úteis no aperfeiçoamento desse presente. Esse tempo não foi portanto inútil, pelo contrário, favoreceu o nosso amadurecimento preparando-nos para aquilo que há-de vir.
Se observarmos as estatísticas dos especialistas em comportamento, verificamos que passamos cerca de 20% do nosso tempo a reviver o passado e outros 20% a antecipar o futuro, resultando que sobram 60% de tempo útil para nos concentrarmos no presente.
“Remeter-nos ao passado permite-nos reposicionarmo-nos no presente, antecipar o futuro, tomar consciência do que fomos e daquilo em que nos tornámos” refere Catherine Aimeler Périssol, psicoterapeuta francesa.
Enquanto mais jovens, ainda podemos pensar que temos muito tempo, que qualquer altura será oportuna para fazer correcções ou mudar o sentido das coisas, mas com o passar dos anos verificamos que existem limites de tempo para corrigir ou resolver aquilo que eventualmente pode impedir o nosso bem-estar. Com naturalidade passaremos a olhar para o tempo como um aliado, que nos ajuda a aprender tanto com os erros como com os sucessos.
Entramos mais conscientemente no processo de transformação, em que o tempo nos transporta pelo processo de envelhecimento do nosso corpo físico, mas sobretudo na valorização da nossa maneira de sentir e de pensar, em direcção a outras realidades, renovando esperanças, desejos ou certezas.
Procurar no nosso interior respostas a novas expectativas, esperanças, desejos, objectivos, é assim uma via para podermos fazer ciclos de renovação.
Sabendo que os balanços serão muitos ao longo da vida, é reconhecido que geralmente se tornam mais relevantes aos quarenta, cinquenta ou sessenta anos. Seja pelo crescimento, desenvolvimento familiar e pessoal ou por questões existenciais, por essas alturas somos levados a procurar um sentido mais profundo para a vida.
Aproveitar o simbolismo de datas especiais como o Natal - que assinala o nascimento de Jesus Cristo, numa quadra profundamente marcada pelo amor, fraternidade e solidariedade Universal, é uma mais valia para a preparação de um novo ano.
Envolvermo-nos na magia da época, dar-nos-á mais força e vontade para encontrar a paz de espírito e a tranquilidade, tão necessárias para encarar o recomeço de um novo tempo, em vários níveis da nossa vida.
Enfim, tomar uma consciência aberta à confiança nas nossas próprias capacidades, aliada à forte esperança de renovar e mudar, é um bom princípio para acreditar que está em nós próprios e não nos outros, a solução para a grande maioria dos nossos problemas.
Esta observação positiva e optimista sobre uma simples passagem de ano, é benéfica e bastante saudável.
Importa contudo assumir com humildade perante os outros, a nossa responsabilidade no que semeámos, ao reconhecer os erros cometidos ou as fraquezas evidenciadas, sem sentir qualquer tipo de humilhação por isso.
Sabendo olhar nos olhos dos que nos rodeiam, fazendo disso espelho do nosso comportamento, será um exercício simples mas essencial para acreditar em dias melhores, em tempos mais tranquilos e renovados.
Por isso encarar um novo ano como um novo ciclo de tempo, que permita olhar novos horizontes, com entusiasmo e esperança, é o que desejo.
Vale a pena pensar nisto…
Sabendo que os balanços serão muitos ao longo da vida, é reconhecido que geralmente se tornam mais relevantes aos quarenta, cinquenta ou sessenta anos. Seja pelo crescimento, desenvolvimento familiar e pessoal ou por questões existenciais, por essas alturas somos levados a procurar um sentido mais profundo para a vida.
Aproveitar o simbolismo de datas especiais como o Natal - que assinala o nascimento de Jesus Cristo, numa quadra profundamente marcada pelo amor, fraternidade e solidariedade Universal, é uma mais valia para a preparação de um novo ano.
Envolvermo-nos na magia da época, dar-nos-á mais força e vontade para encontrar a paz de espírito e a tranquilidade, tão necessárias para encarar o recomeço de um novo tempo, em vários níveis da nossa vida.
Enfim, tomar uma consciência aberta à confiança nas nossas próprias capacidades, aliada à forte esperança de renovar e mudar, é um bom princípio para acreditar que está em nós próprios e não nos outros, a solução para a grande maioria dos nossos problemas.
Esta observação positiva e optimista sobre uma simples passagem de ano, é benéfica e bastante saudável.
Importa contudo assumir com humildade perante os outros, a nossa responsabilidade no que semeámos, ao reconhecer os erros cometidos ou as fraquezas evidenciadas, sem sentir qualquer tipo de humilhação por isso.
Sabendo olhar nos olhos dos que nos rodeiam, fazendo disso espelho do nosso comportamento, será um exercício simples mas essencial para acreditar em dias melhores, em tempos mais tranquilos e renovados.
Por isso encarar um novo ano como um novo ciclo de tempo, que permita olhar novos horizontes, com entusiasmo e esperança, é o que desejo.
Vale a pena pensar nisto…

7 comments:
Quando era mais jovem, lembro-me de que, nessa hora de passagem do ano, de fazer mil e uma promessas a mim mesma,de melhoras substanciais a certas coisas, como por exemplo: "não vou espremer mais as minhas borbulhas..."
Agora que as borbulhas se foram, já não tenho pachorra para promessas e até nem gosto nada de festejar essa passagem de ano. Pensando bem, é apenas mais um ano a acrescentar à nossa vida e o que passou passou. Há que viver o presente e aguardar com paciência o futuro aproveitando contudo, essa experiência que os anos nos vão dando.
Certo?
Eu já disse uma vez no meu cantinho q não gosto de balanços. E tb não gosto de olhar para o passado. Gosto de olhar em frente e gostei de ler no teu texto q temos cerca de 60% de tempo útil para nos concentrarmos no presente.
Vamos então viver o presente com toda a nossa sabedoria!
Um beijo grande para ti amigo
Obrigada pelas palavras. Espero pelas tuas visitas.
Também vou passando por aqui.
Bj.
para mim o ano velho termina a 31 de agosto e o ano novo começa a 1 de setembro...a "outra" mudança de ano só a noto por ter de trocar de agenda e às vezes nem isso. Adorei a "terça-feira"...Aliás, adoro o sergio godinho de paixão!
AINDA EM TEMPO: Se todos os movimentos precisam de uma bandeira, de um slogan lutemos, este fs: «POR UM PAÍS»!
Vamos começar a agir?
Se os espanhóis o fizeram da noite para o dia nós tmb o fazemos.
A ideia surgiu-me hoje ao acordar, no seguimento da resposta k ontem dei ao http://www.bananasdarepublica.blogspot.com/
Macaco Adriano sobre o valor e importância do VOTO EM BRANCO mas de forma MASSIVA!!!
Não proponho o Voto em Branco.
Proponho que a exemplo dos tempos idos em k se usava um “fumo preto”, a toda a volta do braço esqdº, ou nas lapelas, (pode ser no chapéu, gorro ou boné,) uma fita bem significativa, usemos todos os descontentes; abstenham-se (e espero k não);votem branco; útil ou assim-assim, uma fita branca durante todo o dia de sábado e domingo principalmente domingo, em local bem visível do seu vestuário e k cada um repasse a todos os seus contactos, via EMAIL e SMS este propósito e, se quiser k faça também um post.
VAMOS DIZER AOS POLÍTICOS DESTE PAÍS O QUÃO CANSADOS E DESENGANDAOS DA SUA ACÇÃO POLÍTICA O ESTAMOS!
VAMOS AVISÁ-LOS DE K O VOTO BRANCO É UMA ARMA E PODE SER A PRÓXIMA A SER USADA MASSIVAMENTE!
K ,ORA É SÓ UM AVISO!
Adere!
Vamos dizer activamente que queremos outra forma de fazer política, outros políticos!
- posta no teu blogue;
- repassa a todos os teus contactos, via email;
- envia sms’s a todos e que todos façam o mesmo Uma onda de protesto expresso que varra o país: POR: UM PAÍS! O NOSSO, PORTUGAL!
Se tiveres conhecidos nos mídia informa-os do sentido das faixas brancas.
XXXXXXXXXXXXXXXXXX
Bjocas:)
este blog é um lixo! pura diarréia mental! pára de ficar vomitando esterco na net!
tem piada, na minha secretária tenho este pisa papeis q é tb calendário..gostei de ver
jocas maradas
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