Ser míudo...

Poderia (voltar a) falar dos prazos que acabam e dos que começam. Das avarias do computador e dos prejuízos que isso traz… quem sabe até, reclamar que queria mais dinheiro… ou o carro novo que julgaria essencial.
Mas… que se veja, ainda tenho boa saúde. Pelo menos daquela que nos pode assombrar com doenças crónicas ou sintomas de possíveis maleitas graves – como se isso fosse previsível nesta falível condição humana.
Bem, também não poderia descuidar o factor idade, apesar de forçosamente ainda me incluir naquele chamado meio termo ! Sei lá se isso é aos trinta ou aos quarenta …
Também quando dou conta, estou a queixar-me disto ou daquilo, a lamentar a falta de tempo, a disponibilidade que foge. Provavelmente até, em alguns momentos de irracionalidade, argumentar que a vida não corre bem e em estilo de remate dizer : quem me quer mal, está vingado …
Ora gaita ! Quem me dera ser criança, e quando voltasse a ser crescido não esquecer o que tinha sido, e sobretudo aquilo que nesses tempos precisava. Talvez assim, encontrasse em cada rosto um sorriso permanentemente feliz.
Mas… que se veja, ainda tenho boa saúde. Pelo menos daquela que nos pode assombrar com doenças crónicas ou sintomas de possíveis maleitas graves – como se isso fosse previsível nesta falível condição humana.
Bem, também não poderia descuidar o factor idade, apesar de forçosamente ainda me incluir naquele chamado meio termo ! Sei lá se isso é aos trinta ou aos quarenta …
Também quando dou conta, estou a queixar-me disto ou daquilo, a lamentar a falta de tempo, a disponibilidade que foge. Provavelmente até, em alguns momentos de irracionalidade, argumentar que a vida não corre bem e em estilo de remate dizer : quem me quer mal, está vingado …
Ora gaita ! Quem me dera ser criança, e quando voltasse a ser crescido não esquecer o que tinha sido, e sobretudo aquilo que nesses tempos precisava. Talvez assim, encontrasse em cada rosto um sorriso permanentemente feliz.
Olhar aqui : "história do dia"

10 comments:
Gostei muito da história de ontem. Ser miúdo! Sim, sempre. Beijos.
da minha infância guardo muito poucas recordações gratas; mas claro que gostaria de ter conservado o espírito de deslumbre pela vida...
a boneca da madrinha, é engraçada a estória e espelha bem o fascínio pelas singelas coisas da infância.Eu não tive bonecas, limitava-me a recortá-las em papel e a fazer-lhes camas em latas de atum ou sardinha, com os poucos trapos que conseguia arranjar, mas nem por isso lhes senti a falta, acabei por nunca ligar muito a bonecas, peluches ainda menos...
A criança sempre em nós, o que mais se deve desejar...
Gostei muito da história!
Bjs
Conheço o António Mota e as suas Histórias. Já veio á Biblioteca de Alpiarça algumas vezes e os miudos adoram-no .
Boa escolha
beijos
Ana Paula
Ola Luis
Deixo-te uma beijoca a desejar-te um bom feriado, q sabe sempre bem ;)
***
Passei por aqui para deixar um convite a uma visita ao Paúl dos Patudos, espero que goste.
abraço
Ana Paula
Importa não deixar morrer dentro de nós, a criança que sempre espreita.
Beijo grande
A infância é a sementinha do que poderemos ser em «crescidos». É muito importante não a deixarmos completamente para trás, enquanto tivermos um fiozinho da criança que fomos, vemos futuro à nossa frente.
E isso da idade… O que é a idade? Depende tanto dos olhos que a vêm!
Deixei-lhe hoje um convite aqui:
Livros mas não sei se o link cá chegou…
Estava interessada na resposta, mesmo com pouco tempo, pelos vistos!
Gostamos sempre de histórias. É uma forma de regressar à meninice. Há muito tempo que não vinha aqui. Deixo-te um abraço!
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